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Sergipe

SERCINE 12 revela 35 curtas e reúne vozes do cinema sergipano

Claudio Vasconcelos · · 4 min de leitura

De 28 de novembro a 5 de dezembro, o festival celebra a produção independente com 35 curtas selecionados. Com o tema "O futuro também se inventa no cinema", a programação aposta em diversidade e novas perspectivas.

A espera vai terminar para os amantes do cinema sergipano: o SERCINE – Festival Sergipano de Audiovisual anuncia os curtas-metragens selecionados para a sua 12ª edição, que acontece de 28 de novembro a 5 de dezembro. Com o tema “O futuro também se inventa no cinema”, o SERCINE 12 volta a ocupar telas e espaços de encontro, propondo uma programação dedicada à diversidade, à criatividade e às novas perspectivas do cinema brasileiro.

A seleção reafirma o compromisso do festival com a produção independente, regional e universitária, dividida em três blocos que acolhem olhares de diferentes territórios e gerações: Mostra Nordeste, Mostra Brasis e Mostra Universitária. Ao todo, são 35 filmes selecionados, reunindo memórias, identidades, territórios, conflitos e possibilidades de futuro em curtas que dialogam com as pluralidades do país.

Mostra Nordeste

  • Benedito — direção: Sérgio Borges (SE)
  • Caldeirão — direção: Oliver, Milena Rocha e Weslley Oliveira (PI)
  • Em busca da riqueza (quase) esquecida — direção: Naira Soares (BA)
  • Fim de Verão de Júlia — direção: Douglas Oliveira (SE)
  • Marimbã Está Acontecendo — direção: Maryn Marynho (CE)
  • O Jogo de Dona Lourdes — direção: Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter (BA)
  • O Mapa em que Estão Meus Pés — direção: Luciano Pedro Jr. (AL)
  • Óleo — direção: Ariel Barros (SE)
  • Os Arcos Dourados de Olinda — direção: Douglas Henrique (PE)
  • Zé de Paizinho — direção: Yérsia Assis e Geilson Gomes (SE)

Mostra Brasis

  • A BÔTA — direção: Tullio Nunes (RO)
  • A Pele do Ouro — direção: Marcela Ulhoa e Yare Perdomo (RR)
  • Boi Romeiro — direção: Milena Rocha (PI)
  • Canto — direção: Danilo Daher (GO)
  • Descamar — direção: Nicolau (DF)
  • Farpa — direção: Thaís Olivier e Raphael Phields (MG)
  • Girassóis — direção: Jessica Linhares e Miguel Chaves (RJ)
  • Hacker Leonilia — direção: Gustavo Fontele Dourado (DF)
  • O Novo Corpo — direção: Luciana Malavasi (SP)
  • Ponto e Vírgula — direção: Thiago Kistenmacker (RJ)
  • Quando abandonamos a humanidade, o que resta de nós? — direção: Vita Pereira (SP)
  • TENTE SUA SORTE — direção: Guenia Lemos (PR)

Mostra Universitária

  • Cajuína — direção: Mapa Macedo (UFRB) (BA)
  • Carnavaleska — direção: Hannah Carneiro e Cauã Brilhante (UFRN) (RN)
  • Clube da Velha Guarda — direção: Ava Santos (IFB) (DF)
  • Da aldeia à universidade — direção: Leandro de Alcântara e Túlio de Melo (UFT) (TO)
  • Menino do Guarda-chuva Vermelho — direção: André Miranda (UnB) (DF)
  • O Acumulador de Memórias — direção: Camisla (UFPel) (RS)
  • O Carnaval é de Pelé — direção: Daniele Leite e Lucas Santos (UFPE) (PE)
  • Quero Que Me Devore — direção: Vitor Nicacio (UFRN) (RN)
  • Seu Mestre Mandou — direção: Gessica Lima e Mirelle Alessandra (UFS) (SE)
  • TANQUE — direção: Laura Wolter (UFF) (RJ)
  • Trago seu amor de volta — direção: Raíssa Anjos (USP) (BA)
  • Trem da Onze — direção: Izabelli Campanelli (FAAP) (SP)
  • TV Entreaberta — direção: Mateus Compart (UFMG) (MG)

Os filmes selecionados chegam ao festival como convites à descoberta e ao diálogo. Os realizadores dos filmes selecionados receberão, por e-mail, as informações necessárias para a confirmação de participação no SERCINE 12; a organização orienta que os selecionados acompanhem suas caixas de entrada nos próximos dias. Para o público, fica o convite para salvar as datas e preparar a agenda: a programação completa, com locais, horários, sessões e demais atividades, será divulgada posteriormente.

O SERCINE 12 foi contemplado no Chamamento Público PNAB nº 06/2025 – Política Nacional Aldir Blanc em Sergipe. O festival conta com o apoio do Governo do Estado de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap), com direcionamento do Ministério da Cultura – Governo Federal.

Com uma seleção que dialoga entre regionalidades e matrizes universitárias, o festival promete reafirmar Sergipe como espaço de celebração cinematográfica, acolhendo vozes e olhares que ajudam a inventar futuros a partir das telas.