Fábio Mitidieri aparece com 62,1% e Valmir com 32,4%, diz CTAS

Pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número SE-04019/2026
Fábio Mitidieri (PSD) aparece com 62,1% dos votos válidos e Valmir de Francisquinho com 32,4% na pesquisa do Instituto CTAS divulgada nesta quinta-feira, 1º.
A pesquisa do Instituto CTAS divulgada nesta quinta-feira, 1º de outubro, aponta o governador e candidato à reeleição Fábio Mitidieri (PSD) com 62,1% dos votos válidos na disputa pelo Governo de Sergipe. Em seguida aparece Valmir de Francisquinho, com 32,4%, e Ricardo Marques, com 4,1%. A diferença entre o primeiro e o segundo colocado é superior a 30 pontos percentuais.
Os dois cenários medidos
No cenário estimulado, em que o entrevistador apresenta uma lista com os nomes dos candidatos, o governador aparece com 46,2% das intenções de voto, seguido por Valmir de Francisquinho (24,1%) e Ricardo Marques (3%). O percentual de votos válidos exclui brancos e nulos da conta, o que explica a diferença entre os dois cenários.
Segundo a campanha do governador, o resultado acompanha outros levantamentos divulgados nos últimos dias por institutos de Sergipe e do país. A assessoria cita a pesquisa Quaest publicada em 24 de setembro, que também apontaria o governador com a maioria dos votos válidos, e uma aprovação de 68% da gestão. A ficha técnica desse levantamento não consta do material enviado.

A votação acontece no domingo, 4 de outubro. O Instituto CTAS ouviu 1.224 eleitores em 50 municípios de Sergipe entre os dias 24 e 28 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número SE-04019/2026.
Para a campanha, o desempenho é reflexo da linha adotada na disputa, voltada à apresentação de resultados e propostas em saúde, infraestrutura, educação e geração de emprego. A avaliação é da assessoria do candidato: pesquisa mede intenção de voto em um intervalo de tempo, e não aponta as causas do desempenho.

O material divulgado não informa quem contratou a pesquisa nem o nível de confiança adotado — dois dados que a legislação eleitoral exige na divulgação de levantamentos. Os números acima são o cenário medido pelo instituto no período das entrevistas, sujeitos à margem de erro, e não um resultado.
Com informações da assessoria
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