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Sergipe

Renda do trabalhador sergipano cresce 14,7% e taxa de desemprego cai para 8,6% no 1º trimestre de 2026

Rafael Ramos · · 2 min de leitura

Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) referentes ao primeiro trimestre de 2026 apontam avanço significativo no mercado de trabalho em Sergipe. Divulgado nesta quinta-feira, 14, o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra aumento na renda média dos trabalhadores e redução expressiva da desocupação no estado.

Renda média ultrapassa R$ 3 mil

O rendimento médio real da população ocupada em Sergipe atingiu R$ 3.031, já descontada a inflação. O valor representa alta de 14,7% em relação ao mesmo período de 2025 e de 4% frente ao último trimestre do ano passado. O cálculo engloba salários, aposentadorias, pensões, aluguéis, transferências sociais, seguro-desemprego e outras fontes de renda.

Desemprego recua para 8,6%

A taxa de desocupação caiu para 8,6% no primeiro trimestre deste ano. Em 2023, o indicador estava em 12%, o que configura redução de 28,3% no intervalo de três anos. O estado contabiliza aproximadamente 959 mil pessoas empregadas, 17 mil a mais que no primeiro trimestre de 2025.

Informalidade diminui

Segundo o secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, a informalidade também registrou queda, passando de 49,7% para 46,9% em um ano — recuo de 2,8 pontos percentuais. Para ele, o desempenho reflete ações de atração de investimentos, qualificação profissional e programas de incentivo à geração de postos formais, como Qualifica Sergipe, Primeiro Emprego, GO Sergipe e Conecta-SE.

Perfis da população ocupada

O estudo detalhou o rendimento médio por grupos:

  • Mulheres: R$ 2.847
  • Trabalhadores de 40 a 59 anos: R$ 3.564
  • Pessoas com 60 anos ou mais: R$ 4.154

A faixa etária de 25 a 29 anos apresentou a menor informalidade (42,5%), enquanto o grupo com 60 anos ou mais registrou a menor participação no trabalho informal, 56,3%.

Para o Governo de Sergipe, os números confirmam o fortalecimento de um ambiente econômico mais inclusivo, refletindo mais renda, poder de compra e qualidade de vida para a população.

Com informações de Governo de Sergipe