📅 Sexta-feira, 18 de Setembro de 2026  |  ☀️ Aracaju, SE
Sergipe

Zona de Expansão: Prefeitura defende crescimento com preservação

Claudio Vasconcelos · · 2 min de leitura

Em audiência pública na Câmara de Aracaju, a Prefeitura reforçou que o crescimento da Zona de Expansão deve unir investimentos, proteção ambiental e segurança jurídica.

A Prefeitura de Aracaju, por meio da secretária municipal do Meio Ambiente, Emília Golzio, reafirmou durante audiência pública realizada na segunda-feira, 10, na Câmara Municipal de Aracaju, que o crescimento da Zona de Expansão deve ser conduzido com planejamento, responsabilidade ambiental e segurança jurídica.

A audiência discutiu o crescimento vertical da Zona de Expansão e a capacidade da infraestrutura urbana e ambiental de acompanhar o adensamento populacional da região. Segundo a gestão municipal, o desenvolvimento econômico precisa caminhar lado a lado com a preservação dos recursos naturais e o cumprimento da legislação vigente.

Durante o encontro, Emília Golzio destacou que o tema recebe atenção direta da prefeita Emília Corrêa, que acompanha as discussões relacionadas ao desenvolvimento sustentável da capital. “A prefeita Emília Corrêa tem uma preocupação permanente com a Zona de Expansão e acompanha pessoalmente esse debate. A orientação da gestão é criar condições para que Aracaju se desenvolva, atraia investimentos e gere oportunidades, mas sem abrir mão da preservação dos nossos recursos naturais e do cumprimento da legislação vigente. Desenvolvimento econômico, proteção ambiental e segurança jurídica são compromissos que precisam caminhar juntos”, afirmou.

A secretária acrescentou que a análise de cada empreendimento deve considerar as características específicas do território, além das exigências técnicas e ambientais previstas na legislação. “Não podemos tratar toda a Zona de Expansão como se fosse uma área uniforme. Cada local possui suas particularidades, sua capacidade de suporte e suas vulnerabilidades. Por isso, o crescimento deve ser planejado, considerando drenagem, saneamento, mobilidade, áreas de preservação permanente, lagoas, manguezais e os impactos cumulativos provocados pelos diferentes empreendimentos”, explicou.

Ao encerrar sua participação, Emília Golzio reforçou que o desenvolvimento da região deve ocorrer de forma planejada e compatível com a capacidade do território.