Centro de Especialidades de Itabaiana realiza cerca de 1,6 mil atendimentos mensais três meses após inauguração

Após três meses de funcionamento, o Centro de Especialidades Médicas (CEM) Dr. José Luciano de Siqueira, em Itabaiana, já registra média de 1.600 atendimentos mensais em 12 especialidades. A unidade, inaugurada em 16 de junho, foi criada pelo Governo de Sergipe para descentralizar os serviços do Hospital Regional Dr. Pedro Garcia Moreno e ampliar o acesso da população do Agreste a consultas e exames.
O investimento na estrutura foi de R$ 900 mil. O espaço dispõe de cinco consultórios, sala de pequenos procedimentos, recepção climatizada, área para marcação de consultas e exames, além de setores administrativos.
Entre as especialidades oferecidas estão cirurgia-geral, ortopedia, cardiologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, angiologia/cirurgia vascular, ultrassonografia, endocrinologia, pneumologia, urologia, ecografia e ginecologia. De acordo com o diretor-geral, Yuri Souza, oftalmologia e cardiologia concentram a maior procura.
De junho a agosto de 2025, o CEM contabilizou 4.989 consultas, 1.021 procedimentos ambulatoriais e 1.002 exames (ecocardiograma, eletrocardiograma e ultrassonografia). As fichas começam a ser distribuídas às 7h e muitos pacientes chegam encaminhados após alta hospitalar, o que ajuda a desafogar o hospital regional.
Atendimentos aprovados pela comunidade
Moradores relatam ganhos com o novo serviço. A dona de casa Maria Edilma dos Santos, que buscou angiologista para tratar dores nos pés, destacou a rapidez no acolhimento: “O médico já iniciou o tratamento, não precisei ir a Aracaju”, afirmou.
A manicure Maria Tainara, em espera por exame de ultrassom, ressaltou a facilidade no agendamento: “Todas as vezes que precisei foi muito rápido”. Já José de Jesus Santos, conhecido como Farmaga, aprovou o atendimento oftalmológico: “Não preciso me deslocar para outra cidade nem pagar particular”.
O CEM ocupava, durante a pandemia de Covid-19, o prédio utilizado pelo município como Centro Epidemiológico. Devolvido ao Estado, o imóvel passou por reestruturação antes de receber a nova função.
Com informações de Governo de Sergipe
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